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Defesa dos adolescentes diz que morte do cão Orelha teve outra causa

No desdobramento mais recente do chamado Caso Orelha, a defesa dos adolescentes investigados pela morte do cão comunitário apresentou uma nova versão dos fatos às autoridades. Segundo os advogados, o animal não teria sido vítima de agressões intencionais, mas sim de um atropelamento ocorrido nas proximidades do local onde o corpo foi encontrado. A alegação busca afastar a hipótese de maus-tratos e crueldade, que vinha sendo considerada no curso das investigações e que gerou forte comoção pública.

De acordo com a argumentação apresentada, a morte do cão Orelha teria ocorrido de forma acidental, sem participação direta dos adolescentes apontados inicialmente pelas imagens de câmeras de segurança e por relatos de moradores. A defesa sustenta que não há provas técnicas conclusivas que confirmem a prática de violência deliberada contra o animal, afirmando que os ferimentos observados poderiam ser compatíveis com um impacto provocado por veículo automotor. Essa linha de defesa foi formalmente anexada aos autos e será analisada pela polícia.

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