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Lene Sensitiva aponta quem acredita que vencerá a eleição presidencial

A poucos dias do primeiro turno das eleições de 2026, uma declaração feita pela sensitiva Lene Sensitiva voltou a chamar atenção nas redes sociais. Durante participação no programa Chupim, da Metropolitana FM, ela foi questionada sobre a disputa pela Presidência da República e afirmou acreditar que Luiz Inácio Lula da Silva será reeleito.

Segundo a sensitiva, sua percepção continua a mesma apresentada anteriormente. Ao comentar o cenário eleitoral, Lene declarou que não estaria vendo uma disputa presidencial prolongada e disse acreditar na possibilidade de uma vitória de Lula já no primeiro turno.

A fala rapidamente ganhou espaço nas redes sociais, principalmente pelo momento em que foi divulgada. O primeiro turno das eleições está marcado para este domingo, 4 de outubro, e milhões de brasileiros irão às urnas para escolher presidente, governador, senador e deputados. Segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, mais de 158 milhões de eleitores estão aptos a votar neste pleito.

Apesar da repercussão, existe uma diferença importante entre uma previsão feita por uma sensitiva e os levantamentos realizados por institutos de pesquisa. A declaração de Lene representa uma percepção pessoal ligada à sua atividade e não utiliza metodologia estatística para calcular a intenção de voto dos eleitores. Por isso, não deve ser interpretada como uma projeção oficial do resultado das urnas.

As pesquisas eleitorais, por outro lado, entrevistam grupos de eleitores e utilizam critérios definidos para estimar o comportamento do eleitorado. Mesmo esses levantamentos não representam o resultado final da eleição, já que retratam o cenário no período em que as entrevistas foram realizadas.

O Datafolha, por exemplo, divulgou em 1º de outubro um levantamento no qual Lula aparecia com 45% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 40%. No cenário de segundo turno apresentado pela pesquisa, os dois apareciam dentro de uma situação de empate técnico, considerando a margem de erro.

O cenário eleitoral de 2026 tem sido acompanhado de perto justamente pela distância relativamente pequena entre os principais nomes da disputa em alguns levantamentos. Uma pesquisa anterior do Datafolha, realizada em setembro, já havia mostrado uma aproximação entre Lula e Flávio Bolsonaro. Naquele levantamento, Lula aparecia com 39% das intenções de voto e Flávio com 36%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

Com a proximidade da votação, os números passaram a receber ainda mais atenção. As campanhas intensificaram agendas, entrevistas e manifestações públicas na reta final, enquanto os eleitores acompanham as últimas informações antes de decidir o voto.

Nesse contexto, declarações de personalidades conhecidas também costumam repercutir, especialmente quando envolvem uma possível definição do resultado. A declaração de Lene Sensitiva deverá continuar sendo comentada até a abertura das urnas. Entretanto, somente a apuração oficial poderá determinar quem será eleito presidente.

Para uma candidatura vencer no primeiro turno, é necessário obter mais da metade dos votos válidos. Caso nenhum candidato alcance esse percentual, os dois mais votados avançam para uma segunda etapa. A história recente ajuda a dimensionar o desafio. Desde a retomada das eleições presidenciais diretas em 1989, apenas Fernando Henrique Cardoso conseguiu conquistar a Presidência em primeiro turno, nas eleições de 1994 e 1998.

Por enquanto, portanto, a fala da sensitiva permanece no campo das previsões. O resultado concreto dependerá dos votos registrados nas urnas e da apuração realizada pela Justiça Eleitoral. Com a votação cada vez mais próxima, pesquisas, análises políticas e manifestações públicas dividem espaço com previsões de diferentes naturezas. A resposta definitiva, contudo, só será conhecida quando os votos forem contabilizados.

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