BBB26

Você não vai acreditar quem ficou fora do BBB minutos antes da estreia

O Big Brother Brasil é conhecido por ser um dos reality shows mais populares do país, atraindo milhões de telespectadores a cada edição e recebendo um número impressionante de inscrições todos os anos. O sonho de entrar na casa mais vigiada do Brasil mobiliza pessoas de diferentes perfis, idades e regiões, todas dispostas a enfrentar confinamento, provas e exposição pública em troca de visibilidade e do prêmio final. No entanto, nem todos que chegam perto desse objetivo conseguem, de fato, participar do programa.

Ao longo da história do BBB, diversos candidatos chegaram a ser selecionados oficialmente pela produção, mas acabaram eliminados antes mesmo da estreia. Em alguns casos, essas pessoas tiveram seus nomes e imagens divulgados ao público, o que tornou a exclusão ainda mais impactante. Situações envolvendo regras do programa, questões contratuais, saúde e até dificuldades emocionais no pré-confinamento explicam essas desistências e cortes inesperados.

O primeiro caso conhecido ocorreu na sexta edição do programa, em 2006, com o financista Leandro Morais. Anunciado oficialmente pela emissora, ele acabou sendo substituído após a produção descobrir que havia omitido informações relevantes durante as entrevistas. Leandro possuía proximidade com funcionários da Globo, algo que não foi informado no processo seletivo, o que levou a emissora a optar por sua retirada do elenco.

Na edição seguinte, o BBB 7, outro episódio chamou a atenção do público. A tradutora Iris Sharon Yumiko Ouchi, conhecida como Yumi, teve sua participação anunciada, mas logo depois foi desclassificada. A razão foi a existência de um contrato vigente com o SBT, onde trabalhava como assistente de palco. A incompatibilidade contratual impediu sua entrada no reality, e ela acabou sendo substituída antes do início do programa.

Ainda no BBB 7, o engenheiro Fernando Orozco chegou a entrar na casa, mas foi retirado antes mesmo da apresentação oficial dos participantes. A produção descobriu que ele era amigo de um diretor da Globo e não havia informado esse vínculo. A proximidade com alguém em cargo de destaque na emissora foi considerada um possível conflito de interesses, resultando em sua exclusão imediata.

No BBB 8, questões de saúde voltaram a interferir na formação do elenco. O professor de Educação Física Gustavo, com 23 anos na época, foi diagnosticado com rubéola pouco antes da estreia. Por se tratar de uma doença contagiosa, a produção decidiu substituí-lo para evitar riscos aos demais participantes e à equipe do programa.

O substituto de Gustavo, o administrador Gregor, também não chegou a participar efetivamente do reality. A apenas um dia da estreia, ele decidiu desistir do programa. Segundo familiares, Gregor não conseguiu lidar com o isolamento do pré-confinamento e optou por abrir mão da oportunidade, demonstrando o impacto emocional que o processo pode causar.

Para ocupar a vaga deixada por Gregor, a produção escolheu o músico Rafinha, que acabou não apenas entrando na casa, mas também vencendo aquela edição do BBB. O caso se tornou emblemático por mostrar como mudanças de última hora podem alterar completamente o rumo do programa e a história de seus participantes.

No BBB 9, mais uma vez a saúde foi determinante para a exclusão de um candidato. Milton, doutorando em Engenharia Mecânica, foi desclassificado por ser hipertenso. A emissora avaliou que a condição poderia trazer riscos, especialmente em provas de resistência, optando por substituí-lo antes do início da temporada.

Esses episódios revelam que, apesar do rigoroso processo seletivo, imprevistos podem surgir até os momentos finais antes da estreia. Seja por omissões, contratos, saúde ou fragilidade emocional, os quase-participantes do BBB fazem parte de uma história menos conhecida do reality, marcada por sonhos interrompidos antes mesmo de começarem.

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