TSE diz que 421 urnas eletrônicas foram substituídas nas primeiras horas de votação deste domingo

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que, até às 10h01 deste domingo (4), foram substituídas 421 urnas eletrônicas durante o andamento da votação do primeiro turno das Eleições 2026. A reposição de equipamentos é procedimento previsto e rotineiro, adotado sempre que alguma unidade apresenta falha ou dificuldade de funcionamento. Para garantir que nenhuma seção eleitoral fique sem condições de receber os votos, a Justiça Eleitoral mantém um estoque de reserva, com máquinas prontas para serem instaladas em substituição àquelas que eventualmente apresentem algum tipo de problema.
As regiões onde ocorreram o maior número de trocas até o momento são os estados de São Paulo, Paraná e Pernambuco. O fato de esses locais concentrarem as substituições não indica, segundo o TSE, qualquer falha generalizada ou dificuldade específica nessas áreas; reflete, sobretudo, a dimensão do eleitorado e a quantidade de seções existentes em cada um dos três estados, que figuram entre os maiores colégios eleitorais do país. A reposição tem sido feita de forma ágil pelas equipes responsáveis, sem causar prejuízo significativo ao andamento da votação.
A votação teve início às 8h e prossegue até às 17h, horário de Brasília. O número de 421 substituições é parcial e pode ser atualizado ao longo do dia, à medida que novas ocorrências sejam registradas pelas juntas eleitorais. O TSE divulgará balanços sucessivos, permitindo que a população acompanhe o desempenho dos equipamentos e o andamento do pleito em tempo real. A transparência na comunicação visa dar segurança e tranquilidade aos eleitores que ainda irão comparecer às urnas.
Para esta eleição, estão aptos a votar 158,7 milhões de brasileiros em todo o território nacional. É um dos maiores eleitorados da história do país, e a organização da Justiça Eleitoral foi planejada para atender a essa demanda com eficiência. O sistema de urnas eletrônicas, testado e auditado em diversas etapas ao longo dos meses que antecederam o pleito, vem operando de forma estável, com índices de funcionamento muito elevados, conforme tem sido observado nas últimas eleições.
Ao todo, foram preparadas 568,2 mil urnas eletrônicas. Desse total, grande parte está em uso nas seções eleitorais, e uma parcela foi reservada como equipamento de contingência, exatamente para situações em que haja necessidade de troca. Essa estrutura de reserva é parte fundamental do planejamento: garante que, mesmo com eventuais falhas isoladas, nenhum eleitor seja impedido de votar e que o processo transcorra dentro do horário estabelecido, sem filas prolongadas ou interrupções.
A troca de urnas é um procedimento rápido, treinado e executado por servidores da Justiça Eleitoral que atuam em todas as regiões. Quando uma máquina apresenta dificuldade, a equipe local aciona a coordenação, que encaminha o equipamento de reposição. O eleitor pode notar uma breve espera enquanto a nova urna é instalada, mas a votação é retomada em pouco tempo. A experiência de eleições anteriores mostra que as substituições não comprometem a segurança nem a integridade dos votos já registrados.
A jornada democrática segue em todo o Brasil, com milhões de cidadãos comparecendo livremente às seções para escolher seus representantes. Cada voto é protegido pelo sistema, que passou por rigorosos testes de integridade e segurança. O eleitor pode ir tranquilamente à sua seção, sabendo que o sistema está preparado para receber sua escolha. A democracia brasileira demonstra, mais uma vez, sua força e sua capacidade de funcionar com lisura, mesmo num pleito que mobiliza toda a nação.



