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Desaprovação de Lula em São Paulo chega a 56,3%, aponta Instituto Vox Brasil

Uma pesquisa divulgada neste sábado (30) pelo instituto Vox Brasil trouxe novos dados sobre o cenário político entre os eleitores do estado de São Paulo. O levantamento aponta que a maioria dos entrevistados desaprova a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e revela um quadro de elevada rejeição entre os nomes que aparecem como possíveis candidatos à Presidência da República nos próximos anos.

O estudo, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-08794/2026, ouviu 1.480 eleitores paulistas entre os dias 24 e 26 de maio. A margem de erro é de 2,55 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

De acordo com os números apresentados, 56,3% dos entrevistados afirmaram desaprovar o governo federal. Já 33,1% disseram aprovar a administração de Lula. Outros 10,6% preferiram não responder ou afirmaram não ter opinião formada sobre o tema.

Os resultados refletem um momento de intensa movimentação política no país. Nos últimos meses, debates sobre economia, custo de vida, segurança pública e geração de empregos têm ocupado espaço nas discussões entre eleitores, especialmente em estados com grande peso eleitoral, como São Paulo.

Além da avaliação do governo, a pesquisa também mediu os índices de rejeição de possíveis pré-candidatos à Presidência. Nesse cenário, Lula aparece com o maior percentual de rejeição entre os nomes avaliados, registrando 55,1%.

Na sequência, surge o senador Flávio Bolsonaro, com 51,3% de rejeição. Outros nomes apresentaram índices menores, incluindo Romeu Zema, com 25,5%, e Joaquim Barbosa, que alcançou 23,3%.

Também foram citados Ronaldo Caiado, com 19,8%, Cabo Daciolo, com 18,3%, e Aécio Neves, que registrou 13,5%.

Entre os demais nomes avaliados estão Renan Santos, com 11,1%, e o escritor Augusto Cury, que apareceu com 9,6% de rejeição.

Segundo o instituto responsável pela pesquisa, os entrevistados puderam citar mais de um nome quando questionados sobre rejeição eleitoral. Por essa razão, a soma dos percentuais ultrapassa os 100%, algo considerado normal em levantamentos desse tipo.

Outro dado que chama atenção é que apenas 2,1% dos participantes afirmaram não rejeitar nenhum dos pré-candidatos apresentados. Além disso, 9,1% disseram não saber responder ou preferiram não opinar.

Especialistas costumam destacar que pesquisas de opinião representam um retrato do momento em que são realizadas e podem sofrer alterações conforme novos acontecimentos políticos, econômicos e sociais surgem ao longo do tempo. Com mais de um ano até o início oficial das articulações eleitorais mais intensas, o cenário ainda pode passar por mudanças significativas.

Mesmo assim, os números divulgados pelo Vox Brasil ajudam a compreender o atual humor do eleitorado paulista e oferecem indicativos relevantes sobre a percepção da população em relação ao governo federal e aos nomes que já começam a aparecer nas discussões sobre o futuro político do país.

 

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