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Jovem de 18 anos perde a vida depois de moto atingir em cheio uma vaca

A morte de Deyvid Batista Oliveira Silva, de apenas 18 anos, causou comoção entre familiares, amigos e moradores de Assú, na região Oeste do Rio Grande do Norte. O jovem faleceu no domingo, 30 de agosto, após permanecer nove dias internado em decorrência de um acidente registrado na rodovia RN-016. A ocorrência aconteceu na noite de 21 de agosto, quando Deyvid voltava para casa depois de cumprir sua jornada de trabalho. Ele estava conduzindo uma motocicleta quando se deparou com uma vaca na pista. A colisão provocou ferimentos que exigiram atendimento médico e posterior transferência para uma unidade hospitalar de referência em Mossoró.

De acordo com informações do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), Deyvid estava sozinho na motocicleta no momento da ocorrência. O animal teria acessado a rodovia e atravessado a pista, criando uma situação inesperada para o motociclista. Após o acidente, o jovem recebeu os primeiros cuidados e foi encaminhado para atendimento médico. Diante da gravidade do quadro, ele acabou sendo transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, onde permaneceu sob cuidados da equipe de saúde durante os dias seguintes. Apesar do acompanhamento médico, o jovem não conseguiu se recuperar e morreu nove dias depois da ocorrência.

A notícia da morte rapidamente repercutiu entre pessoas próximas a Deyvid, que utilizaram as redes sociais para prestar homenagens e compartilhar mensagens de despedida. Familiares lamentaram profundamente a perda do rapaz, descrito por pessoas próximas como alguém que tinha uma trajetória pela frente e retornava do trabalho quando tudo aconteceu. As manifestações também chamaram atenção para as condições do trecho onde ocorreu a colisão. Entre os comentários publicados após a morte, familiares mencionaram a falta de iluminação na rodovia e levantaram questionamentos sobre a segurança para quem precisa utilizar a estrada, principalmente durante o período noturno.

O caso também reacende a preocupação com a presença de animais soltos em rodovias, uma situação que pode representar um risco para motoristas e motociclistas. Em estradas, a entrada repentina de animais na pista reduz o tempo disponível para reação e pode resultar em ocorrências de diferentes proporções. Para quem trafega de motocicleta, a atenção precisa ser redobrada, especialmente em trechos com pouca iluminação ou com circulação frequente de animais. A ocorrência envolvendo Deyvid chama atenção justamente para essa combinação de fatores e para a necessidade de cuidados permanentes com a conservação e a segurança das vias utilizadas diariamente pela população.

Além da preocupação com os animais na pista, as manifestações dos familiares também colocaram em evidência a questão da iluminação na RN-016. O trecho onde ocorreu a ocorrência é utilizado por pessoas que precisam se deslocar entre diferentes localidades, inclusive para trabalhar e retornar para casa no fim do dia. A baixa visibilidade durante a noite pode dificultar a identificação de obstáculos e situações inesperadas na estrada. A tragédia envolvendo o jovem de 18 anos transformou uma viagem rotineira após o trabalho em uma notícia que mobilizou a comunidade e trouxe novamente para o debate as condições de segurança da rodovia.

Deyvid permaneceu internado por nove dias antes de sua morte, período em que familiares acompanharam a evolução de seu estado de saúde e mantiveram a esperança de que ele pudesse retornar para casa. A confirmação da morte, no entanto, trouxe tristeza para pessoas que conviviam com o jovem. O caso deixa familiares e amigos com lembranças e homenagens ao rapaz, enquanto também chama atenção para problemas que podem afetar quem utiliza as rodovias diariamente. A ocorrência na RN-016 reforça a importância de medidas que contribuam para tornar esses deslocamentos mais seguros, especialmente à noite, além de ações destinadas a evitar que animais tenham acesso às pistas. Para a família de Deyvid, fica a lembrança de um jovem que saiu para trabalhar e não teve a oportunidade de voltar para casa.

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