Mãe das crianças desaparecidas de Bacabal aponta nova descoberta

O caso das crianças Ágatha Isabelle e Alan Michael, que desapareceram em Bacabal, no Maranhão, continua sendo acompanhado pela família e despertando atenção. Sete meses depois do desaparecimento, a mãe dos irmãos, Clarice Cardoso, voltou a falar sobre a situação e revelou que espera novas respostas das autoridades.
Ágatha tem seis anos e Alan Michael, quatro. Os dois desapareceram no dia 4 de janeiro, enquanto estavam na região onde moravam. Na ocasião, eles estavam acompanhados do primo Anderson Kauã, de oito anos. O menino foi localizado três dias depois e conseguiu retornar para a família.
Desde então, a procura pelos irmãos mobilizou equipes de segurança, voluntários e moradores da região. Segundo informações divulgadas anteriormente, mais de mil pessoas participaram das buscas em algum momento. Mesmo com toda a movimentação, ainda não havia sido localizado nenhum objeto que pudesse indicar onde as duas crianças estavam.
Clarice afirma que continua aguardando informações mais concretas sobre o andamento das investigações. Para ela, o tempo passou, mas a necessidade de encontrar respostas permanece a mesma.
A mãe também contou que chegou a conversar com Anderson depois que ele foi localizado. Segundo ela, as informações repassadas pelo menino foram encaminhadas às autoridades responsáveis pelo caso. A família prefere que os detalhes sejam avaliados pelos investigadores, evitando conclusões precipitadas.
Outro ponto mencionado por Clarice é que ela própria passou por procedimentos de investigação. Em declaração divulgada anteriormente, contou que seu celular permaneceu durante alguns dias com as autoridades para análise.
A mãe também pediu que as pessoas tenham cuidado ao comentar o caso nas redes sociais. Durante os meses de procura, surgiram diversas opiniões e especulações na internet, algumas delas sem confirmação. Para a família, esse tipo de comentário pode aumentar ainda mais a angústia vivida diariamente.
Nos últimos meses, Clarice passou a contar também com o acompanhamento da advogada Nathaly Moraes. A profissional tem buscado informações sobre o andamento das investigações e questionado quais procedimentos já foram realizados.
Em publicação recente, a advogada destacou a necessidade de esclarecer quais resultados foram obtidos nas perícias e quais caminhos estão sendo considerados pelas autoridades. A família também deseja entender melhor quais medidas continuam em andamento.
A situação ganhou novas atenções ao longo de 2026. Em maio, por exemplo, uma comissão federal esteve em Bacabal e ouviu Clarice. Na ocasião, ela afirmou acreditar que os filhos poderiam estar vivos e pediu que outras possibilidades fossem consideradas durante a investigação.
Mesmo depois de tantos meses, Clarice mantém a esperança de receber uma notícia positiva sobre Ágatha e Alan. Enquanto isso, a família continua acompanhando cada informação e aguardando que o trabalho das autoridades consiga esclarecer o que aconteceu.
O caso permanece sem uma resposta definitiva sobre o paradeiro das crianças. Por isso, informações oficiais e devidamente verificadas são importantes para evitar boatos e preservar a família neste momento. A expectativa agora é que os próximos passos da investigação possam trazer esclarecimentos e ajudar a família a entender melhor todos os acontecimentos desde o dia 4 de janeiro.



