Faculdade anuncia medidas após assassinato de professora

A morte da professora Juliana Santiago provocou forte comoção na comunidade acadêmica de Rondônia e levou uma faculdade a suspender temporariamente as aulas presenciais. O crime, atribuído a um aluno da própria instituição, ocorreu em circunstâncias que ainda estão sendo apuradas pelas autoridades e gerou repercussão imediata entre estudantes, docentes e funcionários.
Juliana Santiago era professora da instituição e atuava diretamente em atividades acadêmicas, sendo descrita por colegas e alunos como dedicada e comprometida com o ensino. A notícia de sua morte se espalhou rapidamente, causando choque e consternação dentro e fora do campus. Em nota, a faculdade manifestou pesar e solidariedade à família da vítima.
Diante do ocorrido, a direção decidiu suspender as aulas como forma de luto e também para preservar o ambiente acadêmico enquanto a situação é esclarecida. A medida, segundo a instituição, busca respeitar o momento de dor coletiva e garantir apoio emocional à comunidade universitária.
De acordo com as primeiras informações divulgadas pela polícia, o autor do crime seria um aluno matriculado na faculdade. As motivações ainda não foram oficialmente confirmadas, e a investigação segue em andamento para esclarecer o que levou ao ataque e se houve qualquer tipo de ameaça ou conflito prévio.
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o caso e colhe depoimentos de testemunhas, incluindo colegas de trabalho da professora, estudantes e pessoas próximas ao suspeito. Imagens de câmeras de segurança e outros elementos também estão sendo analisados para auxiliar na reconstrução dos fatos.
O corpo da professora foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, onde passou por exames que devem contribuir para o laudo oficial. A expectativa é que os resultados ajudem a esclarecer a dinâmica do crime e subsidiem as próximas etapas da investigação.
Em nota oficial, a faculdade afirmou que está colaborando integralmente com as autoridades e que adotará todas as providências necessárias para reforçar a segurança no ambiente acadêmico. A instituição também informou que oferecerá suporte psicológico a alunos e funcionários afetados pelo episódio.
A morte de Juliana reacende o debate sobre violência em ambientes educacionais e a necessidade de políticas de prevenção, acompanhamento psicológico e mecanismos eficazes de identificação de comportamentos de risco. Especialistas apontam que universidades e faculdades precisam ampliar ações voltadas à mediação de conflitos e ao cuidado com a saúde mental.
O caso segue sob investigação, e novas informações devem ser divulgadas pelas autoridades nos próximos dias. Enquanto isso, familiares, amigos e a comunidade acadêmica prestam homenagens à professora, lembrada pelo legado profissional e pela contribuição à formação de seus alunos.



