Mãe denuncia sumiço do corpo da filha após mortes de pacientes em UTI

A história de Alyne Pereira, de 32 anos, ganhou novos contornos após a revelação de mortes em série na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF). O que já era uma lembrança dolorosa passou a ser, para ela, um alerta público. A auxiliar administrativa decidiu tornar público um episódio que viveu em silêncio por quase um ano: o desaparecimento do corpo de sua filha recém-nascida por cerca de três meses após o parto realizado na mesma unidade de saúde.
Em entrevista ao Metrópoles, Alyne contou que a decisão de falar veio depois de perceber padrões de falhas que, segundo ela, não podem se repetir. “Eu entrei em depressão por tudo o que vivi. Quando vi outras situações vindo à tona, senti que precisava contar minha história para alertar outras mães”, afirmou.
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