Filho de Bruno explode após encontro cancelado e cobra dívida do pai

A recente troca de declarações envolvendo o ex-goleiro Bruno e seu filho, Bruninho, voltou a chamar atenção nas redes sociais e em programas de televisão. O assunto, que mistura família, frustração e pendências do passado, ganhou novos contornos depois que versões opostas sobre um possível encontro vieram a público. De um lado, uma nota oficial. Do outro, um desabafo direto, sem rodeios, feito por quem diz ter esperado mais do que palavras.
Bruno divulgou um comunicado afirmando que tentou se encontrar com o filho, mas que a conversa não avançou. A declaração, no entanto, foi rapidamente contestada por Bruninho, jovem atleta que hoje segue carreira no futebol e tenta construir sua própria história longe das polêmicas que marcaram o sobrenome. Segundo ele, a realidade foi bem diferente da apresentada pelo pai.
De acordo com Bruninho, nunca partiu dele a iniciativa de buscar contato. Pelo contrário. Ele afirma que, ao longo dos anos, recebeu insistentes mensagens do ex-goleiro, que queria explicar, em particular, sua versão dos fatos relacionados à morte de Eliza Samudio. Após muita reflexão e diálogo interno, a família decidiu autorizar o encontro, desde que tudo ocorresse em um ambiente controlado, com segurança emocional para todos os envolvidos.
O encontro chegou a ser marcado. Data definida, expectativa criada. Mas, na hora decisiva, nada aconteceu. Bruno não compareceu e, segundo o filho, também não apresentou uma justificativa clara. A ausência, somada ao silêncio, acabou pesando mais do que qualquer tentativa anterior de aproximação.
Em entrevista ao programa Balanço Geral, Bruninho falou sobre o episódio de forma firme, mas visivelmente decepcionada. Ele contou que a decisão de ouvir o pai não foi simples e envolveu conversas longas com familiares. “Eu, junto com o pessoal da minha família, decidi fazer uma reunião e escutar o lado dele. Marcamos uma reunião, ele não compareceu e deu pouca satisfação no dia”, relatou.
O desabafo não parou por aí. Outro ponto sensível veio à tona: a pensão alimentícia. Bruninho afirmou que existem valores em aberto referentes a quatro anos de pagamentos não realizados. Para ele, depois de tentar abrir espaço para o diálogo, agora é o momento de cobrar o que considera um direito. “Eu tentei dar o direito de escutar ele, mas ele não quis. Agora, eu quero o meu”, declarou, deixando claro que não sabe se haverá uma nova tentativa de conversa no futuro.
Em 2025, Bruno alegou dificuldades financeiras para justificar a pendência. Segundo o ex-atleta, sua realidade atual é distante daquela vivida nos tempos de Flamengo. Ele afirma receber apenas dois salários mínimos, o que tornaria inviável quitar a dívida de uma vez. A explicação, porém, não convenceu parte do público e tampouco encerrou o debate.
O caso expõe mais do que um conflito familiar. Ele revela como feridas antigas continuam abertas e como expectativas não atendidas podem gerar novos embates públicos. Enquanto Bruninho segue focado na carreira esportiva e em construir seu próprio caminho, a relação com o pai permanece indefinida, marcada por ausências, versões divergentes e questões que seguem sem resposta.



