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Morre aos 51 anos Giuliano Verdi, empresário e herdeiro do Grupo Rodobens

O ambiente empresarial brasileiro foi surpreendido no início deste ano com a notícia do falecimento de Giuliano Finimundi Verdi, um dos nomes mais importantes do Grupo Rodobens, aos 51 anos. A confirmação foi feita pela própria companhia neste sábado, depois que o executivo passou dias de descanso com a família no charmoso distrito de Trancoso, no litoral sul da Bahia. A causa foi um mal súbito que veio a ser confirmado como um problema cardíaco, conforme informações da empresa e veículos de imprensa que acompanharam o caso.

Verdi ocupava posições estratégicas dentro do grupo, que tem atuação marcante no setor automotivo, financeiro e imobiliário no Brasil. Além de ser diretor e acionista, ele integrava o Comitê de Pessoas e o Conselho de Administração da Rodobens S.A., além de atuar no Conselho da RNI, empresa do grupo especializada em negócios imobiliários. Sua trajetória, segundo comunicado oficial, refletia dedicação e compromisso com os valores que nortearam os negócios da família desde a fundação da empresa.

Nascido em São José do Rio Preto (SP), Verdi era neto de Waldemar de Oliveira Verdi, fundador da Rodobens, e filho de Waldemar Verdi Júnior, atual presidente do conselho da companhia. A Rodobens surgiu em 1949 como concessionária de caminhões no interior paulista e, ao longo das décadas, se transformou num dos grandes conglomerados do país, presente em segmentos como consórcios, crédito, seguros e varejo automotivo. 

No comunicado oficial divulgado nas redes sociais, o grupo manifestou grande pesar pela perda e destacou a contribuição de Verdi ao longo dos anos. “Giuliano teve participação relevante na trajetória do Grupo, contribuindo com dedicação, senso de responsabilidade e respeito às pessoas. Sua atuação foi marcada pelo compromisso com os valores que sempre orientaram os negócios da família”, diz a nota assinada pela administração.

O episódio aconteceu enquanto Verdi desfrutava de um período de descanso com sua esposa, Alessandra Boulos Verdi, e os três filhos. De acordo com relatos publicados por jornais locais, ele passou mal enquanto circulava pelo “Quadrado”, um ponto turístico central de Trancoso. Testemunhas que estavam no local tentaram prestar apoio, mas ele não resistiu.

A notícia da morte gerou reações imediatas no meio empresarial e nas redes sociais, com mensagens de homenagens e solidariedade à família. Parceiros de negócios, colaboradores e amigos destacaram a atuação profissional de Verdi e o impacto que teve nos projetos e estratégias do grupo. A Rodobens, que encerrou 2024 com uma receita líquida superior a bilhões de reais e mantém relevante presença no mercado brasileiro, lamentou profundamente a perda de um líder considerado peça-chave no desenvolvimento dos esforços corporativos. 

Segundo informações preliminares divulgadas por veículos regionais, o velório e sepultamento foram realizados em São Paulo, reunindo familiares, parceiros e executivos que acompanharam a longa trajetória de Verdi no setor. A despedida reforçou o legado de um executivo que, ao longo de toda sua carreira, trabalhou para reforçar a reputação de uma das marcas mais tradicionais do país, deixando marcas de profissionalismo, respeito e dedicação que serão lembradas pela comunidade empresarial e pelos que conviviam com ele diariamente.

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