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Tragédia em Família: Morte do pequeno Levi e despedida de Paula Proença

No último domingo (26), a cidade de Cuiabá viveu um dos momentos mais dolorosos de sua recente memória. A comunidade recebeu a notícia do falecimento do pequeno Levi, filho de Paula Proença Castela Ribeiro, prima da cantora Ana Castela. Levi havia nascido prematuro na quarta-feira (22) e estava internado na UTI Neonatal, lutando pela vida devido a complicações associadas ao parto. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não resistiu.

A tragédia se torna ainda mais devastadora porque a mãe da criança, Paula Proença, advogada e integrante da Assembleia de Deus Nova Aliança (ADNA), havia falecido no dia anterior ao nascimento do bebê, na quinta-feira (23). Ela também sofreu complicações relacionadas à gestação e ao pós-parto. A sequência dos acontecimentos abalou profundamente familiares, amigos e a população das cidades de Cáceres e Cuiabá, locais onde Paula atuou e construiu laços de afeto e respeito.

Paula era reconhecida por seu trabalho ético como advogada e por seu envolvimento na igreja, onde exercia um papel ativo em ações de apoio social e espiritual. Por isso, sua perda repercutiu intensamente. Em nota, a ADNA lamentou profundamente o ocorrido, reforçando palavras de consolo à família e lembrando que Paula era uma mulher de fé e dedicação. A instituição destacou que agora mãe e filho estão “nos braços do Pai Celestial”.

O impacto da tragédia também motivou manifestações de solidariedade de diversas entidades. A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) emitiu nota oficial prestando condolências, reconhecendo o legado profissional e humano deixado por Paula. A instituição afirmou desejar força à família para enfrentar um momento de dor tão intensa e inesperada.

Dias antes da perda, a cantora Ana Castela havia mobilizado seus fãs nas redes sociais, pedindo doações de sangue para ajudar no tratamento da prima e do bebê. Ela agradeceu o apoio recebido e demonstrou sua tristeza diante dos desfechos. A ligação entre a cantora e Paula chamou ainda mais atenção para o caso, gerando grande repercussão e corrente de solidariedade nacional.

Casos como este, embora não frequentem o debate cotidiano, acendem alertas importantes sobre a saúde materna no Brasil. Complicações no parto e no pós-parto continuam sendo realidade para muitas mulheres, especialmente quando o acompanhamento médico não é suficiente ou quando surgem condições imprevisíveis. A morte materna, somada à perda neonatal, evidencia a fragilidade da vida e a necessidade constante de atenção e cuidado.

A história de Paula e Levi não representa apenas uma tragédia familiar, mas um convite à reflexão. Valorizar o tempo, cuidar de quem amamos e oferecer apoio nos momentos difíceis são atitudes que se tornam ainda mais significativas diante de situações como esta. Para aqueles que desejarem ajudar, a doação de sangue permanece um gesto simples, capaz de salvar vidas.

Que a memória de Paula e Levi permaneça viva, e que o amor que os cercava continue amparando todos aqueles que sentirão sua falta.

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