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Polícia descobre vestígios de sangue e marcas de tiros durante investigações sobre desaparecimento de grupo no Paraná

Quatro homens estão desaparecidos após tentarem cobrar uma dívida.

Na tarde da última sexta-feira, 12 de setembro, a Polícia Militar Ambiental do Paraná encontrou o veículo utilizado pelo grupo desaparecido em Icaraíma, no estado. Os integrantes do grupo haviam partido de São Paulo após serem contratados para a cobrança de uma dívida.

Um Fiat Toro foi encontrado completamente enterrado em uma estrutura semelhante a um bunker. De acordo com informações da polícia e imagens do resgate, o automóvel foi coberto com uma lona antes de ser enterrado.

O veículo foi apreendido e está sob a custódia da Polícia Civil, onde passa por perícia. Embora os exames ainda não tenham sido concluídos, algumas informações já foram divulgadas ao público.

Conforme informações confirmadas, o veículo exibia marcas de tiros e apresentava manchas de sangue. No entanto, até o momento, nenhum corpo foi localizado na área.

O delegado Gabriel Menezes confirmou que o veículo em questão, amplamente divulgado, pertence às vítimas. Ele apresenta diversas marcas de disparos de arma de fogo na lataria e no para-brisa, além de conter vários vestígios de sangue.

Os três amigos que realizaram a viagem de São Paulo para o Paraná foram identificados como Robishley Hirnani De Oliveira, de 53 anos, Diego Henrique Afonso, de 39, e Rafael Juliano Marascalchi, de 43. Eles foram contratados por Alencar Gonçalves de Souza, residente em Icaraíma, para cobrar uma dívida superior a R$ 200 mil.

A localização do veículo do grupo ocorreu somente após o pai de Alencar receber uma carta anônima, a qual foi encaminhada à polícia e analisada. O grupo, que inclui o contratante, está desaparecido desde o dia 5 de agosto. As investigações sugerem que eles podem ter sido alvo de uma emboscada, supostamente organizada por devedores.

A polícia investiga a possibilidade de que os quatro indivíduos estejam mortos. O delegado informou que não houve qualquer sinal de contato relacionado a um resgate ou sequestro, o que sugere que as chances de o grupo estar vivo são mínimas.

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