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Filha de Ana Maria Braga e ex-marido vivem fim conturbado de casamento

A empresária e professora de ioga Mariana Maffeis, filha mais velha da apresentadora Ana Maria Braga, encerrou seu casamento com o colombiano Badarik González, com quem teve dois filhos. O término, ocorrido há cerca de dois meses, ganhou repercussão pública nos últimos dias após desabafos de ambos nas redes sociais.

Mariana Maffeis, de 43 anos, vive em Botucatu, no interior de São Paulo, onde mantém um estilo de vida sustentável, com foco em práticas de hatha ioga e educação consciente dos filhos. Mãe de quatro crianças — Joana e Maria, do primeiro casamento, e Varuna, de 5 anos, e Hima, de 2 anos, do relacionamento com González —, ela compartilha parte de sua rotina em um canal no YouTube. Em vídeo recente, Mariana abordou o fim da união, destacando o desgaste na relação e um padrão de acomodação que, segundo ela, se repetiu.

“Eu percebi que realmente não poderia mais tê-lo como companheiro. Isso é dolorido, mas também é libertador. Infelizmente, havia se apresentado um processo de acomodação da pessoa em si, com as facilidades que encontrou ao meu lado”, afirmou Mariana. Ela mencionou ainda a influência de ter uma mãe famosa e com boa condição financeira, o que, em sua visão, pode afetar dinâmicas nos relacionamentos.

O ex-marido, Badarik González, professor de ioga, reagiu publicamente em transmissão ao vivo. Visivelmente emocionado, ele chorou ao falar sobre a distância imposta em relação aos filhos e à ex-companheira. González negou qualquer conduta inadequada, afirmou ter sido um pai presente e questionou o processo que resultou na medida protetiva obtida por Mariana.

“Meus filhos têm direito a um pai. Medida protetiva é algo delicado. Por que não me investigam, então? Não escutaram minha versão. Sempre fui um pai presente. Nunca bati nos meus filhos”, declarou ele durante o desabafo. González acrescentou que ainda não assinou os documentos do divórcio, pois discorda do conteúdo apresentado, e mencionou ter buscado conciliação sem sucesso. “Não quero atacar ninguém, amo minha esposa, se é que posso falar assim”, disse.

O casal, que vivia em uma propriedade no interior paulista com arquitetura inspirada em elementos naturais e sustentáveis, agora se comunica exclusivamente por meio de advogados. A separação, segundo relatos, não foi amigável, o que levou à solicitação da medida protetiva por parte de Mariana. Essa ferramenta jurídica visa proteger a integridade física e psicológica da requerente, sendo comum em processos de dissolução conjugal quando há percepção de risco.

O caso ilustra os desafios enfrentados por casais com filhos pequenos em momentos de separação, especialmente quando envolvem exposição pública. Badarik, que não reside na Colômbia e vive no Brasil, enfatizou sua disponibilidade para exercer a paternidade e manifestou preocupação com o impacto da situação sobre as crianças.

Mariana Maffeis, por sua vez, tem priorizado a privacidade e o bem-estar da família. Sua trajetória inclui escolhas como partos domiciliares e uma vida mais próxima da natureza, temas que ela aborda abertamente em suas plataformas digitais. Filha de Ana Maria Braga, ela costuma agradecer o apoio materno, mas reforça sua independência financeira como sócia de empresa.

O envolvimento de figuras públicas como Ana Maria Braga inevitavelmente atrai atenção da mídia e do público. A apresentadora, porém, não se manifestou sobre o assunto até o momento. Casos como esse reforçam a importância do diálogo e do respeito mútuo durante processos de separação, especialmente para preservar o equilíbrio emocional dos filhos.

Atualmente, o foco de ambos parece estar na resolução jurídica da situação. Enquanto Mariana busca seguir em frente após o término, Badarik demonstra resistência em aceitar o fim definitivo da união. A Justiça deve definir os próximos passos quanto à guarda, visitas e partilha, priorizando sempre o interesse superior das crianças.

Situações familiares como esta lembram que, por trás de nomes conhecidos, estão dinâmicas comuns a muitos lares brasileiros: o fim de um ciclo, as emoções envolvidas e a busca por recomeço. O respeito ao espaço de cada um e o cumprimento das decisões judiciais são fundamentais para que o processo transcorra da forma menos prejudicial possível para todos os envolvidos.

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