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O forró está de luto, pois foi confirmada a morte de querido cantor

O forró nordestino amanheceu mais silencioso nesta semana com a confirmação da morte do cantor Marcos Silva, ex-vocalista da banda Muleke Doido. Aos 47 anos, o artista deixou fãs e admiradores consternados ao ter sua partida anunciada por familiares e amigos próximos. A notícia se espalhou rapidamente e provocou uma onda de mensagens emocionadas nas redes sociais, refletindo a relevância do cantor para o cenário musical regional.

Marcos Silva enfrentava um tratamento contra o câncer há vários meses, mantendo a discrição sobre seu estado de saúde. Nos últimos dias, o quadro clínico se agravou, levando à sua internação em um hospital no estado do Ceará, onde recebeu cuidados médicos contínuos. Mesmo com o acompanhamento especializado e o apoio constante de pessoas próximas, o cantor acabou não resistindo às complicações decorrentes da doença.

Dono de uma voz marcante e presença de palco envolvente, Marcos construiu uma trajetória respeitada no forró de vaquejada. Foi à frente da banda Muleke Doido que ele alcançou maior projeção, participando de shows em diversas cidades do Nordeste e ajudando a consolidar o grupo entre os mais lembrados do gênero. Seu estilo carismático e a conexão direta com o público se tornaram marcas registradas de suas apresentações.

Após deixar a banda, Marcos Silva decidiu seguir carreira solo, apostando em um repertório que mesclava sucessos já conhecidos com novas composições. Mesmo fora de um grande grupo, manteve uma base fiel de admiradores, especialmente no interior nordestino, onde continuava sendo presença frequente em eventos e festivais. Para muitos fãs, o cantor representava a essência do forró cantado com sentimento e identidade regional.

A confirmação da morte gerou forte repercussão entre artistas, produtores e colegas de estrada. Nas redes sociais, mensagens de despedida ressaltaram não apenas o talento de Marcos, mas também sua postura profissional e o respeito que mantinha com todos ao seu redor. Diversos músicos destacaram a importância dele para o fortalecimento do forró de vaquejada e para a valorização da música nordestina.

Os fãs também usaram a internet como espaço de homenagem, compartilhando vídeos antigos, fotos de shows e letras de músicas que marcaram momentos pessoais. Muitos relataram memórias ligadas a apresentações em praças, vaquejadas e festas populares, reforçando o alcance do trabalho de Marcos Silva além dos palcos, como trilha sonora de histórias de vida.

Até o fechamento desta matéria, a família ainda não havia divulgado informações oficiais sobre velório e sepultamento. O legado artístico de Marcos Silva, no entanto, permanece vivo nas canções que ajudou a popularizar e na lembrança afetiva de um público que acompanhou sua caminhada. A despedida deixa uma lacuna no forró nordestino, mas também reforça a importância de sua contribuição para o gênero.

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