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Passaporte de Eliza Samudio encontrado em Portugal reacende rumores de affair com Cristiano Ronaldo

A recente descoberta de um passaporte antigo de Eliza Samudio em um apartamento alugado em Lisboa, Portugal, reacendeu especulações sobre episódios pouco explorados de sua vida antes do trágico desaparecimento em 2010. O documento, encontrado no final de 2025 e entregue ao Consulado-Geral do Brasil, traz carimbo de entrada datado de maio de 2007, período em que a modelo brasileira viajou à Europa com o objetivo declarado de conhecer o astro do futebol Cristiano Ronaldo.

Na época, Eliza, então com cerca de 22 anos e trabalhando como recepcionista em eventos esportivos em São Paulo, embarcou para Lisboa motivada por sua admiração pelo jogador português, que vivia grande fase no Manchester United. Em entrevistas concedidas anos mais tarde, em 2009, ela própria revelou que a viagem tinha como principal propósito um encontro com Ronaldo, com quem teria vivido um breve envolvimento amoroso descrito por ela como “só uns beijinhos”.

A modelo exibiu fotos ao lado do craque, tiradas poucos dias após sua chegada a Portugal, e afirmou que os dois mantiveram contato por mensagens posteriormente. Ronaldo, que colecionava affairs com modelos e celebridades internacionais naqueles anos, nunca comentou publicamente o suposto romance, mas o nome de Eliza figurou em listas informais de conquistas do atleta, ao lado de outras brasileiras como Karina Bacchi e Mirella Grisales.

Registros indicam que Eliza não se limitou a uma única viagem: entre 2008 e o início de 2009, ela retornou à Europa pelo menos mais duas vezes, frequentando estádios onde Cristiano Ronaldo atuava. Essas idas reforçaram, na imprensa da época, os rumores de que suas viagens tinham motivação tanto esportiva quanto pessoal, ligada ao jogador que se tornaria um dos maiores da história do futebol.

Ao voltar ao Brasil após a primeira estada em Portugal, Eliza solicitou uma segunda via do passaporte, alegando perda do original, o que explica a ausência de carimbo de saída no documento encontrado. Autoridades consulares confirmaram que ela deixou o país europeu com uma autorização especial emitida localmente, procedimento comum em casos de extravio de documentos.

O achado do passaporte, guardado entre livros em uma estante de um imóvel compartilhado, não altera as conclusões judiciais sobre o caso Eliza Samudio. Em 2010, ela foi assassinada em um crime que chocou o Brasil, com o ex-goleiro Bruno Fernandes condenado como mandante, em meio a uma disputa pela paternidade de seu filho.

Embora a descoberta tenha gerado teorias conspiratórias nas redes sociais, incluindo a improvável hipótese de que Eliza estaria viva, familiares e investigadores reiteram que o documento apenas ilumina um capítulo anterior de sua vida, marcado por aspirações e relacionamentos no mundo das celebridades esportivas, antes do desfecho fatal que a transformou em símbolo de violência contra a mulher.

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