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Crueldade pura em Três Graças, Samira rejeita pedido de Joélly e humilha a adolescente

Joélly ainda não sabe como vai seguir adiante, mas o desespero pela piora no estado de saúde de Lígia a empurrará para caminhos que ela jamais imaginou percorrer. A avó, que sempre foi seu porto seguro, começará a apresentar sintomas graves da hipertensão pulmonar, e a urgência pelos medicamentos fará a jovem buscar alternativas rápidas. Sem dinheiro, sem apoio e sem tempo, Joélly terminará batendo na porta de Samira, mesmo sabendo que a vilã nunca demonstrou um pingo de humanidade. Ela irá com a esperança mínima de que, por causa do acordo envolvendo o bebê, Samira pudesse demonstrar ao menos um resquício de responsabilidade, mas o que encontrará será exatamente o contrário.

Assim que a jovem mencionar os remédios necessários para manter a avó viva, Samira cortará qualquer possibilidade de conversa. O desprezo com que ela tratará o pedido deixará Joélly sem chão. A chef afirmará que não está ali para bancar remédios caros para ninguém e lembrará que já está “salvando o futuro do bebê” ao comprá-lo, como se isso fosse algum tipo de favor. A frieza será tanta que Joélly, tomada pela urgência da situação, voltará a procurá-la mais tarde na Chacrinha, acreditando que talvez ela tivesse refletido melhor. Porém, encontrará a mesma parede gelada de sempre.

Diante da insistência, Joélly mostrará a caixa do medicamento, explicará que Lígia depende de três delas por mês para sobreviver e fará um apelo sincero. Mas Samira reagirá com ainda mais crueldade, afirmando que não tem cara de dona de laboratório e insinuando que a jovem está tentando explorá-la. A adolescente tentará argumentar lembrando que, por tudo o que está envolvido no acordo do bebê, seria o mínimo oferecer algum suporte à avó, mas a vilã sequer deixará a frase se completar antes de ridicularizá-la de novo.

A situação ficará ainda mais humilhante quando Samira insinuar que Joélly quer transformá-la em “fada madrinha”, como se ela estivesse pedindo por capricho e não pela sobrevivência de alguém. A chef acusará a jovem de tentar arrancar dinheiro à força, afirmando que a Fundação Ferette oferece remédios gratuitos — algo que Joélly sabe não ser verdade no caso específico da avó. O desprezo será tão grande que, a cada palavra, Joélly terá a sensação de estar encolhendo, sendo empurrada para um lugar de impotência e humilhação do qual não sabe como sair.

Joélly ainda tentará explicar que não está atrás de privilégios, apenas de uma chance de manter a avó viva, mas Samira, com sua postura arrogante, encerrará a conversa sem qualquer sinal de compaixão. A adolescente ficará ali, parada, sem saber o que fazer, sentindo o peso de um futuro que parece cada vez mais cruel. A sensação de abandono será sufocante, não apenas pela recusa, mas pela forma como foi tratada, como se seu sofrimento fosse irrelevante ou até motivo de irritação.

Ao sair dali, a jovem perceberá que está mais perdida do que nunca. A esperança que carregava se transformará em frustração, e o medo de perder Lígia se tornará ainda mais real. Joélly terá a consciência de que não pode contar com Samira para absolutamente nada, e a humilhação deixará marcas profundas. Agora, ela precisará encontrar outra saída — e fará isso sozinha, carregando nos ombros a urgência de salvar a única pessoa que realmente a ama.

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