‘Dona de Mim’: morte de Ricardo tem pânico e acusação de Jaques

Ricardo sempre foi considerado uma peça-chave na investigação contra Jaques, mas sua participação na trama de “Dona de Mim” terá um desfecho trágico e inesperado. Depois de passar um longo período em coma por causa do atropelamento provocado pelo próprio vilão, o advogado finalmente desperta, reacendendo a esperança de Samuel e Filipa, que buscavam qualquer informação capaz de derrubar o bandido. No entanto, o tempo estará contra ele. Ainda debilitado e assustado com a possibilidade de sofrer um novo atentado, Ricardo não resistirá à pressão emocional de uma discussão que presenciará em seu quarto no hospital, e sua morte marcará um ponto decisivo na história.
O clima começa a ficar mais pesado quando Jaques descobre que Tânia, mesmo proibida de se aproximar, vem visitando o advogado usando uma falsa identidade. Ele se irrita com a insistência da ex-mulher em rondar o hospital e ameaça acionar a polícia para prendê-la. Sem saber que Ricardo está prestes a acordar, o vilão pretende eliminar qualquer rastro que possa ligá-lo aos próprios crimes. A tensão aumenta quando o advogado desperta, frágil, confuso e temendo que Jaques tente terminar o serviço que começou. Tânia percebe o perigo e avisa Samuel imediatamente, mas o rapaz não consegue chegar a tempo.
Assim que Ricardo abre os olhos e vê Jaques diante de si, o pânico toma conta. O medo de ser atacado novamente desencadeia uma piora repentina em seu estado de saúde. Em poucos instantes, o advogado não resiste e morre no próprio hospital, antes mesmo de revelar tudo o que sabia. Jaques, percebendo a oportunidade criada pelo caos, age rapidamente para se livrar das suspeitas. Com frieza, acusa Tânia de falsidade ideológica e de ser a responsável pela morte do ex-amante, virando o jogo contra ela em um momento de total vulnerabilidade.
A acusação deixa Tânia desesperada. Já abalada emocionalmente, ela teme que a palavra do vilão seja suficiente para colocá-la atrás das grades, principalmente agora que Ricardo não pode mais testemunhar a seu favor. Sua presença constante no hospital, motivada pelo desejo de se vingar de Jaques e também pelo afeto que ainda nutria pelo advogado, acaba se transformando em munição nas mãos do homem que tanto teme. Enquanto isso, Samuel e Rosa chegam ao hospital tarde demais e se deparam com a cruel realidade: o único aliado capaz de derrubar Jaques está morto.
Com a morte de Ricardo, Jaques remove o último obstáculo concreto que ainda ameaçava sua liberdade. O vilão segue atento e calculista, manipulando circunstâncias e pessoas ao seu redor para permanecer impune. A trama sublinha seu poder e a frieza com que controla cada movimento, mesmo quando tudo parece estar prestes a desabar. A ausência do advogado torna a luta de Samuel e Filipa ainda mais difícil, obrigando-os a buscar outras formas de expor os crimes que ele vinha tentando esconder.
Esse acontecimento muda o ritmo da novela, elevando a tensão e deixando claro que a guerra contra Jaques será muito mais dura do que os personagens imaginavam. O impacto emocional da morte de Ricardo atinge todos que acreditavam em sua recuperação e acende novos conflitos, especialmente para Tânia, que agora se vê ameaçada e acuada. Com a perda de seu único aliado direto, o caminho para a verdade se complica, e a trama se aprofunda ainda mais no jogo de manipulação e poder criado pelo vilão.



