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Morre aos 90 anos Nelson Martins, pai do ministro Cristiano Zanin, em Piracicaba

Morreu neste domingo, 11 de outubro, aos 90 anos, o advogado Nelson Martins, pai do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). O falecimento ocorreu em Piracicaba, no interior de São Paulo, cidade onde a família mantém fortes vínculos e onde o próprio ministro nasceu. A informação foi confirmada por veículos jurídicos e pelo próprio Supremo, que divulgou uma nota de pesar em solidariedade ao magistrado e aos familiares. 

Nelson Martins deixa a esposa, Maria Roseli Zanin Martins, além dos filhos Cristiano Zanin Martins, Caroline Zanin Martins e Nelson Martins Junior. Também deixa netos e outros familiares. Até o momento, não foram divulgadas publicamente informações detalhadas sobre a causa da morte. A comunicação oficial concentrou-se na homenagem à trajetória de Nelson e nas manifestações de apoio à família durante o período de luto. 

Em nome do Supremo Tribunal Federal, o presidente da Corte e também do Conselho Nacional de Justiça, ministro Edson Fachin, manifestou solidariedade a Cristiano Zanin e a toda a família. Na nota divulgada pelo STF, o Tribunal afirmou que se une aos parentes e amigos em homenagem à memória do advogado e desejou conforto e serenidade diante da perda. A manifestação institucional foi divulgada poucas horas depois da confirmação do falecimento. 

O Superior Tribunal de Justiça e o Conselho da Justiça Federal também divulgaram mensagens de pesar. O presidente das duas instituições, ministro Luis Felipe Salomão, transmitiu condolências aos familiares e destacou que a memória de Nelson permanece representada por seus filhos e netos. A repercussão entre integrantes do Judiciário demonstra a proximidade institucional com Cristiano Zanin e o reconhecimento do momento delicado vivido pela família. 

Nelson Martins também era advogado, profissão que posteriormente seria seguida por Cristiano Zanin. Antes de chegar ao Supremo, Zanin construiu longa trajetória na advocacia e ganhou projeção nacional por sua atuação em processos de grande repercussão. Documentos públicos sobre a trajetória do ministro registram que ele nasceu em Piracicaba e cresceu em uma família de classe média, tendo Nelson como uma de suas principais referências familiares. 

Cristiano Zanin deixou Piracicaba na década de 1990 para estudar Direito na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Formou-se em 1999 e posteriormente se especializou em Direito Processual Civil. Antes de ingressar no STF, atuou durante mais de duas décadas como advogado, participando de disputas empresariais, processos criminais e ações de grande repercussão pública. Em junho de 2023, foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocupar a vaga aberta com a aposentadoria de Ricardo Lewandowski, tomando posse no Supremo em agosto daquele ano. 

A relação de Zanin com Piracicaba sempre permaneceu presente em registros de sua trajetória pessoal. A cidade do interior paulista aparece tanto em sua biografia quanto na história de seus familiares. Nelson Martins e Maria Roseli Zanin Martins tiveram três filhos, e documentos relacionados à história local também registram a presença da família na região ao longo das décadas. 

A morte do pai ocorre em um momento de intensa atividade institucional de Cristiano Zanin. Além de integrar o Supremo Tribunal Federal, o ministro passou a desempenhar funções relevantes em julgamentos de grande repercussão nacional. Neste domingo, porém, as manifestações divulgadas por tribunais e colegas deixaram de lado questões institucionais e políticas para concentrar-se no aspecto familiar da perda.

O Jornal da Cidade Online informou que Nelson faleceu em Piracicaba e reproduziu a nota emitida pelo Supremo. O veículo também destacou que o STF não forneceu detalhes adicionais sobre as circunstâncias do falecimento. A ausência dessas informações recomenda cautela: não há base pública neste momento para atribuir qualquer causa específica à morte. 

Outros veículos especializados no Judiciário confirmaram as mesmas informações e registraram manifestações do STF, STJ e CJF. O Migalhas, por exemplo, informou que Nelson era advogado e morreu aos 90 anos, ressaltando que diferentes instituições do Judiciário brasileiro enviaram mensagens de solidariedade à família. 

A manifestação do STF foi breve e de caráter pessoal. Fachin, falando em nome da Corte, expressou solidariedade a Zanin, seus familiares e amigos e prestou homenagem à memória de Nelson. O tom adotado pelo tribunal foi de respeito e discrição, sem avançar em detalhes particulares sobre a vida familiar do ministro.

A repercussão da notícia também evidencia a dimensão humana por trás das funções desempenhadas por integrantes das mais altas instituições do país. Embora Cristiano Zanin seja constantemente citado em decisões judiciais e debates nacionais, o episódio deste domingo pertence à esfera familiar e foi tratado dessa maneira pelas instituições que se pronunciaram.

Nelson Martins deixa, além de sua trajetória profissional, uma família ligada ao Direito e à vida pública brasileira. Seu filho Cristiano passou da advocacia ao Supremo Tribunal Federal e hoje integra a mais alta Corte do país. A perda ocorre na cidade onde o ministro nasceu e onde a família construiu parte significativa de sua história.

Até o momento, não foram divulgadas oficialmente informações detalhadas sobre cerimônias de despedida, velório ou sepultamento. Caso a família ou as instituições responsáveis forneçam novos dados, essas informações poderão ser acrescentadas posteriormente à cobertura.

O fato confirmado neste domingo é que Nelson Martins, advogado e pai do ministro Cristiano Zanin, morreu aos 90 anos em Piracicaba. STF, STJ e Conselho da Justiça Federal manifestaram pesar e solidariedade. Nelson deixa a esposa Maria Roseli, três filhos, netos e demais familiares. 

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