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Investigação no Paraná: Polícia Civil apura morte de médica, engenheiro e filho do casal

A imprensa brasileira e a comunidade esportiva lamentam a perda da jornalista Thalita Tavares Caturelli Passoni, ex-apresentadora do Globo Esporte no Tocantins, que faleceu aos 46 anos no estado de Santa Catarina, onde residia com seus familiares. A comunicadora vinha realizando acompanhamento médico e enfrentava um diagnóstico de câncer há cerca de um ano. Com uma trajetória profissional marcada pela dedicação à notícia, Thalita deixa um filho de 10 anos e um importante legado de atuação social e humana.

O falecimento da profissional foi informado oficialmente por meio das redes sociais do Espaço Junior – Centro Especializado em Autismo, instituição que a própria jornalista idealizou e fundou. Na publicação que comoveu amigos e seguidores, a equipe da entidade ressaltou a postura serena com que Thalita encarou todo o período de tratamento médico. A instituição destacou a força, a leveza e a esperança transmitidas pela fundadora ao longo dos últimos meses, mesmo diante dos desafios impostos pela condição de saúde.

Demonstrando consciência e sensibilidade até os últimos momentos de vida, a comunicadora tomou uma decisão pessoal sobre os ritos de sua despedida antes de falecer. Thalita solicitou expressamente aos familiares que não fosse realizada a cerimônia tradicional de velório, um pedido que foi prontamente acolhido e respeitado por seus entes queridos. As informações detalhadas sobre os procedimentos do sepultamento não foram divulgadas publicamente, preservando a privacidade da família neste momento de reflexão e dor.

Natural do município de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, Thalita construiu marcos fundamentais de sua carreira jornalística na Região Norte do país. Ela fixou residência em Palmas no ano de 2007 e rapidamente ganhou projeção nos veículos de comunicação locais. Sua atuação profissional destacou-se na cobertura de campeonatos regionais, decisões estaduais e na ampla divulgação de diversas modalidades esportivas, conquistando o respeito da audiência, dos atletas e de colegas de profissão pelo rigor técnico do seu trabalho.

Na capital tocantinense, a jornalista assumiu o comando da edição e a apresentação do Globo Esporte pela TV Anhanguera, emissora afiliada da TV Globo. Além do trabalho em vídeo, Thalita estendeu sua presença na mídia ao atuar como comentarista de esportes na rádio CBN Tocantins. No cotidiano das redações de imprensa, a comunicadora era carinhosamente apelidada por companheiros de trabalho com o carinhoso codinome “Japinha”, sendo lembrada como uma profissional ética, alegre e sempre disposta a orientar novos talentos do jornalismo.

Após um ciclo de seis anos de intensa dedicação ao público tocantinense, a apresentadora encerrou suas atividades na emissora em 2013 e mudou-se para Maceió para acompanhar compromissos familiares. Na capital do estado de Alagoas, Thalita deu continuidade à sua vocação jornalística ao integrar a equipe da TV Gazeta, onde apresentou o telejornal ALTV 1ª Edição. Sua capacidade de comunicação e sua versatilidade em diferentes formatos consolidaram sua relevância na imprensa do Nordeste brasileiro.

Para além das câmeras e dos microfones da televisão, a jornalista dedicou seus últimos anos ao empreendedorismo social com a criação do Espaço Junior. Batizada em homenagem ao seu filho, a instituição tornou-se uma referência especializada no atendimento inclusivo de pessoas com autismo. A iniciativa é lembrada por amigos como a realização de um grande projeto de vida. Mensagens de apoio e homenagens seguem sendo publicadas em redes sociais como o Facebook, celebrando a trajetória da comunicadora. Para acompanhar notas oficiais sobre saúde e campanhas de prevenção, o leitor pode consultar o portal do Ministério da Saúde.

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