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Separação de filha de Ana Maria Braga ganha repercussão após prisão de ex-marido

A apresentadora Ana Maria Braga, uma das figuras mais conhecidas da televisão brasileira, tem acompanhado de perto os desdobramentos de um processo familiar que ganhou atenção pública nas últimas semanas. Sua filha Mariana Maffeis, professora de ioga e empresária, anunciou o fim de seu casamento com o colombiano Badarik González, com quem teve duas filhas pequenas. O término, ocorrido há cerca de dois meses, evoluiu para um processo judicial que inclui uma medida protetiva solicitada por Mariana e uma prisão anterior de González.

Mariana Maffeis, que tem outras duas filhas de um relacionamento anterior, compartilhou reflexões sobre o fim da união em um vídeo publicado em seu canal no YouTube. Ela destacou a dificuldade da decisão, mencionando a falta de diálogo e um processo de acomodação que, segundo ela, comprometeu a continuidade do relacionamento. A empresária, que reside no interior de São Paulo, optou por não entrar em detalhes públicos sobre os motivos pessoais, mas confirmou que a separação se tornou necessária para seu bem-estar.

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Do outro lado, Badarik González, também professor de ioga e radicado no Brasil há anos, utilizou transmissões ao vivo em suas redes sociais para se manifestar. Em tom emocionado, ele afirmou que sempre foi um pai presente para as filhas Varuna, de 5 anos, e Hima, de 2 anos. O colombiano contestou acusações que teriam chegado até a ex-esposa, negando qualquer histórico de violência e reforçando que nunca agrediu os filhos. Ele declarou não ter assinado os documentos do divórcio por discordar dos termos apresentados, preferindo que o processo siga pelos canais legais.

O caso ganhou novo capítulo com a revelação de que González foi preso em flagrante no início de junho durante um festival em Ipoema, distrito de Itabira, Minas Gerais. Segundo informações da investigação, ele foi acusado de furtar um anel de prata exposto em um estande. O objeto teria sido encontrado no veículo dele após abordagem de seguranças do evento. González obteve liberdade provisória, dispensada a fiança, com a determinação de cumprir medidas cautelares, como comparecer à Justiça quando intimado e manter o endereço atualizado. Ele relatou que contou com o apoio do consulado colombiano para sua liberação e negou veementemente ter antecedentes criminais em qualquer país.

“Fiquei preso, e não saí por fiança. O consulado da Colômbia que me soltou. Podem procurar, não tenho antecedentes criminais em nenhum lugar do mundo”, afirmou em uma de suas transmissões. González também criticou a lentidão das investigações e sustentou que as acusações são infundadas, alegando não ter tido oportunidade plena de apresentar sua versão em todos os aspectos do processo.

Paralelamente ao episódio da prisão, Mariana solicitou medida protetiva contra o ex-marido, o que resultou em restrições de aproximação. González expressou preocupação com o impacto sobre as filhas, afirmando que a decisão o impede de manter contato direto com as crianças. “Meus filhos têm direito a um pai”, declarou em live, pedindo compaixão e diálogo para priorizar o bem-estar das menores em meio ao conflito.

O casal, que viveu junto por cerca de seis anos, agora se comunica apenas por meio de advogados. A situação ilustra os desafios comuns em processos de separação envolvendo filhos pequenos, bens e medidas judiciais protetivas. Especialistas em direito de família destacam que, nesses casos, a Justiça prioriza a proteção de menores e a avaliação individual de cada situação, com base em provas e depoimentos.

A repercussão nas redes sociais reflete o interesse do público por histórias que envolvem famílias conhecidas. Ana Maria Braga, que sempre equilibrou sua carreira com a vida pessoal, não se manifestou publicamente sobre o assunto até o momento. Enquanto isso, Mariana continua suas atividades como professora de ioga e empresária, e Badarik González mantém suas aulas e workshops, embora ambos enfrentem o escrutínio público.

Casos como este lembram que, por trás de figuras midiáticas, existem dinâmicas familiares complexas, marcadas por emoções, responsabilidades parentais e tramitações judiciais. A Justiça segue acompanhando o processo, com o objetivo de garantir direitos e segurança para todos os envolvidos, especialmente as crianças. O desfecho dependerá dos próximos passos legais, que podem incluir conciliação ou julgamento dos fatos apresentados por ambas as partes.

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