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Investigação contra ex da filha de Ana Maria Braga ganha repercussão

A separação entre Mariana Maffeis, filha da apresentadora Ana Maria Braga, e o colombiano Badarik González trouxe à tona uma série de investigações envolvendo o ex-marido. Além do fim do relacionamento, o caso ganhou repercussão após virem a público acusações de furto, ameaça, agressão e importunação sexual, fatos que estão sendo apurados pelas autoridades. González chegou a ser preso em junho deste ano, mas posteriormente foi colocado em liberdade enquanto as investigações prosseguem.

O término da relação foi divulgado no último fim de semana, quando Badarik González revelou que Mariana havia solicitado uma medida protetiva contra ele. O casal encerrou o relacionamento cerca de dois meses antes da divulgação do caso. Paralelamente, vieram à tona informações sobre ocorrências registradas durante um evento realizado em Cachoeira Alta, em Minas Gerais, onde o colombiano trabalhava como cozinheiro em uma festa eletrônica.

Segundo registros da ocorrência, o primeiro episódio investigado aconteceu no dia 8 de junho. Conforme o boletim policial, González teria se aproximado de uma barraca que comercializava joias, perguntado qual era o item de maior valor e, em seguida, levado um anel sem autorização. Horas depois, ao retornar ao local para buscar seus pertences, ele foi reconhecido por seguranças e detido. Ainda de acordo com o registro, um anel, além de uma faca e um facão, foram encontrados em seu veículo.

Durante a apuração do caso, outras duas pessoas também procuraram as autoridades para relatar episódios envolvendo Badarik González. Uma das mulheres afirmou que ele teria feito comentários insistentes, dizendo que ela seria sua “esposa reencarnada”, além de relatar que foi tocada sem consentimento e alvo de uma tentativa de agarrá-la à força. Esses fatos passaram a integrar as investigações conduzidas pela polícia.

Outra denúncia aponta que, durante a mesma festa, González estaria circulando com uma faca. Segundo o relato apresentado às autoridades, ao ser questionado sobre o objeto, ele teria reagido com agressões físicas, aplicando um golpe conhecido como “mata-leão”, além de fazer ameaças. As acusações também passaram a ser analisadas pelas autoridades competentes.

Preso no dia 8 de junho, o colombiano deixou a cadeia dois dias depois, apesar de o Ministério Público ter manifestado preocupação com sua soltura. Em depoimento, ele afirmou que foi agredido por pessoas presentes no evento antes da chegada da polícia. Já os agentes responsáveis pela prisão registraram que ele apresentava comportamento alterado no momento da abordagem, embora não tenha sido realizado exame toxicológico para verificar eventual consumo de substâncias.

Atualmente, Badarik González responde às investigações em liberdade e ainda não houve julgamento sobre as acusações. A Justiça determinou medidas cautelares, entre elas a obrigação de manter endereço atualizado e comparecer aos atos processuais sempre que convocado. Até o momento, as investigações seguem em andamento, e caberá ao Judiciário analisar as provas reunidas antes de qualquer decisão definitiva sobre o caso.

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