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Morre a jornalista Érika Leal, da Record Brasília, aos 42 anos

Brasília, 7 de julho de 2026 – A jornalista Érika Leal faleceu nesta terça-feira (7), aos 42 anos, após permanecer internada por cerca de dois meses em coma, em decorrência de um acidente doméstico. A informação foi confirmada por colegas e pela própria Record TV, onde ela atuava como repórter.

Natural de Goiás, Érika construiu uma sólida carreira no jornalismo brasiliense ao longo de mais de duas décadas. Formada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), ela também possuía pós-graduação em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra, o que enriquecia seu perfil profissional com visão internacional e precisão na comunicação.

Desde 2019, Érika integrava a equipe da Record Brasília, onde se destacava pela cobertura equilibrada de temas como política, economia, cultura e entretenimento. Sua atuação marcava-se pela elegância, sensibilidade e compromisso com a informação de qualidade, características reconhecidas por colegas e pela emissora. Antes de chegar à Record, passou por veículos como TV Band, Tribuna do Brasil, Jornal de Brasília e Rádio CBN, demonstrando versatilidade ao trabalhar em televisão, rádio, web, jornal impresso e assessoria de imprensa.

Além da atuação na Record, Érika apresentava o programa Interesse Público, do Ministério Público Federal, exibido pela TV Justiça. O trabalho reforçava seu compromisso com temas de relevância social e com o papel do jornalismo como instrumento de cidadania.

A jornalista deixa duas filhas, Jaqueline, de 19 anos, e Jéssica, de 17. Em nota, a Record Brasília lamentou profundamente a perda e destacou o vazio deixado pela profissional. “Érika fazia parte da equipe desde 2019 e construiu uma trajetória marcada pelo profissionalismo, pela sensibilidade e pelo compromisso com a informação. Ao longo da carreira, participou de importantes coberturas, sempre com dedicação, elegância e respeito ao público”, diz o texto.

O acidente doméstico que levou ao coma ocorreu há cerca de dois meses. Desde então, Érika permanecia internada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), onde recebeu cuidados médicos intensivos. O falecimento foi registrado nesta terça-feira, gerando comoção entre jornalistas, políticos, instituições e o público que acompanhava seu trabalho diário.

Nas redes sociais, amigos, colegas e admiradores começaram a prestar homenagens, recordando não apenas a competência profissional de Érika, mas também sua generosidade e força pessoal. Muitos ressaltam sua capacidade de recomeçar e sua dedicação à família, traços que a tornavam admirada tanto no ambiente de trabalho quanto na vida pessoal.

A morte de Érika Leal representa uma perda significativa para o jornalismo do Distrito Federal. Profissionais com sua experiência, formação sólida e presença constante nas principais coberturas da capital são fundamentais para a manutenção de um ecossistema de informação plural e confiável. Seu legado inspira novas gerações de jornalistas a exercerem a profissão com responsabilidade e humanidade.

A família ainda não divulgou detalhes sobre o velório e sepultamento, que devem ocorrer nos próximos dias em Brasília. A Record Brasília suspendeu parte de sua programação local para prestar homenagens à repórter, reforçando o impacto de sua partida no dia a dia da emissora.

Érika Leal deixa um exemplo de dedicação ao jornalismo e de resiliência pessoal. Sua trajetória serve como referência para quem busca construir uma carreira ética, competente e próxima do público.

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