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Chef Erick Jacquin relata roubo de celular em táxi por “gangue do quebra-vidro” e desabafa: isso faz parte do Brasil

O chef francês Erick Jacquin, conhecido do grande público por sua atuação como jurado no MasterChef Brasil, relatou ter sido vítima de um assalto recente enquanto estava dentro de um táxi. O episódio foi divulgado pelo próprio chef por meio de um vídeo publicado em suas redes sociais, no qual ele detalha como a ação criminosa aconteceu de forma rápida e direta, seguindo um padrão já conhecido nas grandes cidades brasileiras.

De acordo com o relato, o crime ocorreu durante uma corrida comum, quando o veículo estava parado ou em baixa velocidade. Um criminoso se aproximou, quebrou o vidro do carro e levou o celular do chef em questão de segundos. A prática é característica da chamada “gangue do quebra-vidro”, grupo que atua explorando momentos de vulnerabilidade no trânsito para realizar furtos rápidos e eficazes.

Mesmo com o susto, Jacquin afirmou que não sofreu ferimentos e está bem. No vídeo, ele aparece tranquilo, mas não esconde a frustração ao comentar o ocorrido. Em uma fala direta, afirmou que esse tipo de situação “faz parte do Brasil”, destacando a frequência com que crimes desse tipo têm sido registrados, especialmente em centros urbanos com grande fluxo de veículos.

O chef também trouxe um ponto importante sobre segurança digital. Segundo ele, o aparelho roubado não possuía aplicativos bancários instalados, o que reduz significativamente o risco de perdas financeiras diretas. Ainda assim, os criminosos conseguiram acessar seu WhatsApp, o que abre espaço para tentativas de golpe envolvendo seus contatos pessoais e profissionais.

Diante disso, Jacquin fez um alerta claro aos seus seguidores e amigos. Ele pediu que qualquer mensagem recebida de seu número solicitando dinheiro, informações ou qualquer tipo de ajuda seja ignorada. Reforçou que não está pedindo nada a ninguém e que qualquer comunicação suspeita deve ser considerada fraude. A orientação é simples: recebeu mensagem estranha, não responda e não transfira dinheiro.

Além do aviso sobre golpes, o chef também aproveitou a visibilidade do caso para alertar o público sobre comportamentos de risco no trânsito. Ele recomendou evitar o uso do celular próximo às janelas de veículos, especialmente em táxis ou carros parados em semáforos. Esse hábito, comum no dia a dia, é justamente o que facilita a ação dos criminosos especializados nesse tipo de abordagem.

Na publicação escrita que acompanhou o vídeo, Jacquin informou que já tomou medidas de segurança, incluindo a troca de senhas de suas redes sociais. Ele também mencionou que pretende disponibilizar um novo número de telefone em breve, como forma de retomar o contato com segurança e evitar novas tentativas de fraude envolvendo sua identidade.

O caso reforça um problema recorrente em cidades como São Paulo, onde a atuação de grupos especializados em furtos rápidos tem se tornado cada vez mais comum. A dinâmica do trânsito intenso, combinada com o uso frequente de smartphones, cria o cenário ideal para esse tipo de crime. Autoridades de segurança pública ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o episódio até o momento.

Enquanto isso, o relato de uma figura pública como Jacquin serve como alerta direto para a população. A lógica é simples e sem espaço para ingenuidade: exposição gera oportunidade, e oportunidade vira alvo. Em ambientes urbanos, principalmente no trânsito, atenção deixou de ser recomendação — virou necessidade básica.

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