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Homem de 81 anos não resiste ao ataque de abelhas e falece

A ocorrência registrada no sábado, 8 de fevereiro, no povoado Brejão, zona rural de Araguaína, no norte do Tocantins, trouxe comoção e alerta para a população da região. Um idoso de 81 anos morreu após ser atingido por abelhas em uma área rural, em um episódio que reforça os riscos presentes em ambientes naturais e a importância da atenção redobrada em locais afastados dos centros urbanos. O caso mobilizou equipes de socorro e chamou a atenção das autoridades de segurança pública.

Segundo informações confirmadas pela Secretaria de Segurança Pública, a vítima foi identificada como Gregório Alves Paranhos. Ele estava no povoado Brejão no momento do ocorrido, uma localidade conhecida por sua extensa área rural e pela distância em relação à área central de Araguaína. As circunstâncias exatas do episódio ainda estão sendo analisadas, mas a intensidade da situação exigiu o acionamento imediato dos serviços de emergência.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi deslocado até a região para prestar socorro. Além de Gregório, outras duas pessoas que estavam no local também receberam atendimento e foram encaminhadas para um hospital em Araguaína. Os nomes dessas vítimas não foram divulgados oficialmente, e até o momento não há atualização pública sobre o estado de saúde delas, o que mantém familiares e moradores apreensivos.

Após a confirmação do óbito, o corpo de Gregório Alves Paranhos foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Araguaína. O exame de necropsia foi realizado conforme os protocolos legais, e o corpo foi liberado para a família realizar o sepultamento. O falecimento do idoso gerou grande repercussão entre moradores do povoado Brejão, que relataram preocupação com a segurança em áreas de trabalho e convivência no campo.

Especialistas em saúde destacam que ocorrências envolvendo abelhas podem se tornar graves em determinadas circunstâncias, especialmente quando há múltiplas picadas ou quando a vítima apresenta sensibilidade ao veneno. Nessas situações, a resposta rápida é fundamental para reduzir riscos maiores. Em regiões rurais, no entanto, fatores como distância, acesso por estradas de terra e dificuldade de comunicação podem atrasar o atendimento, aumentando a complexidade do socorro.

O episódio também reacende o debate sobre a necessidade de investimentos contínuos em infraestrutura e atendimento de emergência em zonas rurais. Autoridades e órgãos de segurança costumam orientar que, ao identificar a presença de enxames em áreas de circulação, a população evite qualquer aproximação e acione profissionais capacitados. Medidas preventivas e informação adequada podem fazer a diferença para evitar novos casos semelhantes.

Enquanto familiares e amigos se despedem de Gregório Alves Paranhos, a comunidade local busca se reorganizar e reforçar cuidados no dia a dia. O caso serve como alerta para moradores do campo e para o poder público, destacando a importância da prevenção, da orientação adequada e do fortalecimento dos serviços de emergência, com o objetivo de preservar vidas e reduzir riscos em regiões afastadas dos grandes centros.

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