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Morte do empresário e influenciador Henrique Maderite é investigada; entenda

A morte do influenciador digital Henrique Maderite, aos 50 anos, chocou o público nesta sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026. Encontrado sem vida em seu haras no distrito de Amarantina, em Ouro Preto, Minas Gerais, o caso rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, onde Maderite acumulava mais de dois milhões de seguidores. Conhecido por seu carisma e bordões que viralizaram, como “Sexta-feira, papai” ou “Sexta-feira, mei-dia… quem fez, fez”, ele representava um estilo de vida descontraído e próximo ao campo, misturando humor com conteúdos sobre sua rotina no interior mineiro.

Henrique Costa Ferreira, nome de batismo de Maderite, era natural de Belo Horizonte e construiu uma carreira multifacetada como empresário e criador de conteúdo. Além de gerenciar seu haras, ele se destacava por postagens que celebravam a vida rural, com foco em cavalos, gado e eventos sociais. Sua presença online era marcada por vídeos leves e motivacionais, que o tornaram uma figura popular entre diversos públicos, especialmente em Minas Gerais. Recentemente, ele havia compartilhado momentos de sua rotina, incluindo preparativos para eventos pessoais e interações com amigos influenciadores.

O corpo foi descoberto na tarde desta sexta-feira, por volta das 17h27, após um alerta da rede de vizinhos protegidos. A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar à Estrada do Maracujá, onde fica o Haras Henrique Maderite, encontrou o influenciador já sem sinais vitais. Equipes do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) tentaram manobras de reanimação cardiopulmonar, mas sem sucesso. O local foi isolado imediatamente para preservar evidências.

Exames iniciais realizados pela polícia revelaram indícios que chamaram atenção: sangramento no ouvido, uma lesão ou corte na região da nuca e uma marca roxa ou escoriação no pescoço. Essas observações foram registradas no boletim de ocorrência e motivaram a convocação da perícia técnica da Polícia Civil. Embora não haja indícios imediatos de crime, os sinais corporais levantaram questionamentos sobre as circunstâncias exatas do óbito.

A suspeita preliminar apontada por fontes próximas e pela polícia é de um infarto fulminante, uma condição súbita que poderia explicar a morte repentina. No entanto, a presença das lesões sugere a possibilidade de outros fatores, como uma queda após um mal súbito ou algo mais complexo. A investigação segue em curso, com laudos periciais esperados para esclarecer se as marcas são compatíveis com uma causa natural ou se demandam apuração mais aprofundada.

Reações de amigos e seguidores não tardaram a surgir nas redes sociais. Influenciadores como Gustavo Tubarão prestaram homenagens, destacando a generosidade de Maderite e sua paixão pela vida no campo. Muitos lamentaram a perda precoce, relembrando momentos compartilhados e o impacto positivo que ele tinha em suas comunidades online. A comoção reflete o alcance de sua personalidade, que transcendia o digital para relações reais.

Enquanto o laudo oficial não é divulgado, o caso permanece envolto em mistério, com apelos por uma investigação rigorosa. A morte de Maderite serve como lembrete da fragilidade da vida, especialmente para figuras públicas que, apesar da aparente vitalidade, enfrentam desafios invisíveis. Seus fãs aguardam respostas, honrando sua memória com mensagens de afeto e gratidão pelo legado de alegria que deixou.

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