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Nikolas Ferreira lamenta a morte do influenciador Henrique Maderite

O deputado federal Nikolas Ferreira, uma das vozes proeminentes da direita brasileira, expressou profundo pesar pela morte do influenciador digital Henrique Maderite, ocorrida nesta sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026. Aos 50 anos, Maderite foi encontrado sem vida em seu haras no distrito de Amarantina, em Ouro Preto, Minas Gerais, deixando uma legião de fãs e admiradores em luto. Ferreira, conhecido por suas posições conservadoras e engajamento nas redes sociais, utilizou suas plataformas para lamentar a perda, destacando a brevidade da vida e enviando condolências à família e amigos do falecido.

A notícia da morte de Henrique Maderite chocou o país, especialmente a comunidade online onde ele se destacava. De acordo com relatos iniciais da Polícia Militar, uma viatura foi acionada por vizinhos e encontrou o influenciador já sem sinais vitais na Estrada do Maracujá. Embora a causa preliminar apontada seja um infarto fulminante, a perícia foi chamada para investigar detalhes como sangramento no ouvido, um corte na nuca e uma marca roxa no pescoço, o que gerou especulações e a necessidade de apuração mais aprofundada pelas autoridades.

Henrique Maderite, natural de Minas Gerais, conquistou fama nacional por meio de vídeos virais que celebravam o fim de semana e o cotidiano com humor leve e contagiante. Seus bordões icônicos, como “Sextou, bebê”, “Sexta-feira, papai” e “Quem fez, fez”, tornaram-se parte da cultura pop brasileira, acumulando milhões de seguidores no Instagram e em outras redes. Empresário e entusiasta de cavalos, ele mesclava entretenimento com mensagens de otimismo, tornando-se uma figura querida por muitos, inclusive no meio político conservador.

Nikolas Ferreira, o deputado mais votado na história de Minas Gerais, não demorou a se manifestar sobre o ocorrido. Em uma postagem compartilhada em suas redes, ele escreveu: “Como a vida é breve… meus sentimentos à família e amigos”, acompanhando a notícia da morte. Essa reação reflete não apenas a proximidade cultural entre os dois mineiros, mas também o impacto que Maderite exercia sobre figuras públicas, que viam nele um aliado na disseminação de ideias leves e positivas em tempos de polarização.

Outros políticos alinhados à direita também se pronunciaram, ampliando o eco do lamento. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, utilizou um dos bordões de Maderite para homenageá-lo, dizendo: “Logo numa sexta-feira, se foi um dos nossos mineiros mais alegres. ‘Quem fez, fez’. E ele, sem dúvidas, fez muito por nós. Descanse em paz.” Figuras como Flávio Bolsonaro, Pablo Almeida e Mario Frias juntaram-se ao coro, destacando o legado de alegria e autenticidade deixado pelo influenciador.

A repercussão nas redes sociais foi imediata, com milhares de tributos e compartilhamentos de vídeos antigos de Maderite. Seus seguidores, muitos dos quais o viam como um símbolo de descontração em meio ao estresse diário, expressaram incredulidade e tristeza, especialmente pelo fato de a morte ocorrer justamente em uma sexta-feira, dia emblemático em seu conteúdo. Essa onda de comoção evidencia como personalidades digitais como ele se tornam parte da rotina emocional de milhões de brasileiros.

O falecimento de Henrique Maderite deixa uma lacuna no universo das redes sociais, onde ele representava a essência mineira de simplicidade e bom humor. Enquanto as investigações prosseguem, o foco permanece em celebrar sua trajetória, que inspirou risadas e reflexões leves sobre a vida. Seu legado, marcado por frases que viraram memes eternos, continuará a ecoar, provando que, de fato, “quem fez, fez” um impacto duradouro na cultura popular.

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