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Vice-presidente da Venezuela confirma ataque dos EUA contra o País

Em meio a uma escalada inédita de tensões internacionais, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na madrugada de hoje uma operação militar que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. A declaração foi feita por meio de uma postagem na rede social Truth Social, onde Trump descreveu a ação como um “ataque de grande escala” coordenado por forças especiais americanas. Segundo o mandatário norte-americano, a operação visava neutralizar ameaças à segurança regional, com Maduro sendo removido do território venezuelano por via aérea. A notícia rapidamente se espalhou, gerando reações globais imediatas e colocando o mundo em alerta para possíveis desdobramentos.

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, assumiu o comando interino do governo e, em pronunciamento oficial transmitido pela televisão estatal, exigiu prova de vida imediata de Maduro e Flores. Rodríguez classificou o episódio como um “sequestro brutal” e uma violação flagrante da soberania nacional, afirmando que o paradeiro do casal é desconhecido pelas autoridades venezuelanas. Ela mobilizou as Forças Armadas Bolivarianas e declarou estado de emergência, alertando para uma possível invasão em larga escala pelos EUA. Relatos de explosões em Caracas, incluindo nas bases militares de Fuerte Tiuna e La Carlota, corroboram a narrativa de um confronto armado durante a operação.

Fontes militares americanas, citadas anonimamente pela imprensa, indicam que a unidade de elite Delta Force foi responsável pela extração de Maduro de seu palácio presidencial. A ação teria sido planejada em sigilo, com coordenação entre agências de inteligência dos EUA e aliados regionais. Trump prometeu uma coletiva de imprensa em Mar-a-Lago para fornecer mais detalhes, incluindo evidências de crimes supostamente cometidos pelo líder venezuelano, como narcotráfico e corrupção. Enquanto isso, imagens de satélite e vídeos amadores circulam nas redes sociais, mostrando fumaça e movimentação de tropas em áreas chave da capital venezuelana.

A comunidade internacional reagiu de forma dividida à operação. Países como Cuba, Rússia e Irã condenaram veementemente a ação, qualificando-a como um ato de agressão imperialista que viola o direito internacional. Em contrapartida, figuras como o presidente argentino Javier Milei expressaram apoio, argumentando que a remoção de Maduro representa um passo para a restauração da democracia na região. A Colômbia, vizinha da Venezuela, colocou suas forças em alerta máximo, temendo um influxo de refugiados ou instabilidade fronteiriça decorrente do vácuo de poder.

No cenário doméstico venezuelano, protestos isolados eclodiram em várias cidades, com apoiadores de Maduro clamando por resistência contra o “invasor ianque”. O governo interino de Rodríguez apelou à Organização das Nações Unidas (ONU) para uma intervenção imediata, solicitando uma reunião de emergência no Conselho de Segurança. Analistas políticos especulam que essa crise pode desencadear uma cadeia de eventos, incluindo sanções econômicas adicionais ou até um conflito armado mais amplo na América Latina.

Enquanto aguarda-se confirmação independente da captura, como vídeos ou imagens oficiais, a ausência de Maduro das mídias estatais intensifica as especulações. Rodríguez reiterou que qualquer dano ao presidente será considerado um crime de guerra, prometendo retaliações proporcionais. A operação ocorre em um contexto de anos de sanções dos EUA contra o regime chavista, agravadas por acusações de violações de direitos humanos e ligações com o narcotráfico.

Por fim, o episódio marca um retorno agressivo da doutrina intervencionista na política externa americana sob Trump, reminiscentes de ações passadas como a invasão do Panamá em 1989. Com o mundo observando, o desfecho dessa crise pode redefinir as relações hemisféricas, testando alianças globais e o equilíbrio de poder na região. Atualizações são esperadas nas próximas horas, à medida que mais informações emergem dessa operação audaciosa e controversa.

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